6 pontos essenciais na relação entre marcas e millennials

02/02/2018

07-02Todo mundo já conhece o poder exercido pela comunicação de hoje em dia e o seu potencial para transformar simples informações em grandes oportunidades estratégicas. Mesmo assim, existe um momento em que é preciso se apoiar em análises que vão muito além dos números. Este raciocínio fica ainda maior quando se observa um público extremamente complexo e diferente de todas as gerações que já foram estudadas pelas áreas de marketing e propaganda: os millennials.

E como dialogar de uma maneira inteligente e interessante com esse público? Confira:

O que millennials esperam das marcas?

Muitas vezes separamos as expectativas dos millennials sobre pessoas, marca e mundo. A verdade é que essa geração tem uma expectativa em relação à vida e não divide tudo em caixinhas como nós geralmente fazemos. A transparência é quesito básico e são pessoas que não aceitam julgamentos por opções e que apesar de serem ansiosos por natureza tem uma preocupação grande com o futuro do planeta.

Como eles costumam construir a sua relação e a sua interação com as empresas?

A isca geralmente é feita com conteúdo, sem interrupções. Além disso, a relevância é a chave para o começo da relação. Estamos sempre brigando pela atenção das pessoas e para nos tornarmos relevantes. Para isso, antes de qualquer coisa, é necessária muita agilidade. O tempo de resposta é crucial para o sucesso.

Quais são as diferenças entre os consumidores millennials e a geração anterior?      

A principal diferença é o poder de questionar que é inerente aos millennials. Eles já nascem com o “software” diferente, evoluído e buscam seus direitos. A busca pelo conhecimento sempre esteve enraizada no ser humano, mas os millennials não são facilmente convencidos. Precisam ser lidos e ouvidos pelo anunciante que o conhece muito bem e acrescenta algo relevante a sua vida e propõe discursos que contribuem para sua rotina e o mundo atual.

De que maneira esses novos consumidores estão mudando a comunicação?

Antigamente, a comunicação era baseada no start e hoje é via monitoramento. Não faz mais sentido colocar um filme no ar e deixá-lo ir com a maré. Além de perigoso, isso é pobre no sentido de não utilizar todos os feedbacks que os consumidores dão por natureza. A nova geração customiza mais e é menos conservadora em relação às marcas.

O que é preciso fazer para entender como a nova geração se conecta com as marcas?

Leitura – O Primeiro passo é entender se não há rejeição. Se não há rejeição existe uma grande possibilidade de conexão.

Mapeamento dos seus interesses/territórios - Vocês estão nos mesmos lugares? Frequentam as mesmas “festas”?

Conhecimento - As pessoas sabem quem você é, o que faz e principalmente porque você faz?

Identificação - Vocês compartilham dos mesmos valores? Ele sente que é sobre ele também?

Conexão - Há um diálogo? Ele compartilha suas mensagens?

 

Fonte: Adnews
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